Ao longo das história da Humanidade sempre existiram epidemias que mataram milhões de pessoas. Nos anos 70 do século XX chegou-se a acreditar que se iria acabar com as epidemias. Uma ideia que os anos oitenta acabaria por deitar por terra com a SIDA, por várias razões:
1. A globalização facilitou a mobilidade dos povos à escala planetária facilitando a velocidade de propagação das epidemias, nomeadamente entre as populações dos países com débeis sistemas de saúde.
2. Neste contexto de enorme mobilidade e contactos interculturais, os cidadãos são chamados a assumirem uma maior responsabilidade nos seus comportamentos, o que nem sempre acontece. Não apenas aumentou a possibilidade de contrairem doenças infecto-contagiosa, como de se tornarem agentes transmissores das mesmas à escala planetária.
3. A concentração da população em grande urbes e megalópolis tornou as epidemias extremamente dificeis de controlar, como aumentou a dimensão das calamidades.
Factores que mostram a importância do civismos nas nossas sociedades globalizadas.
COVID -19
SIDA
Apesar de todas as campanhas a nível mundial, o número de
pessoas infectadas com Sida não parou de aumentar. Desde 1981 até ao
final de 2003, mais de 20 milhões de pessoas morreram devido a esta
epidemia, deixando orfãos 22 milhões de crianças em todo o mundo.
A região do planeta mais afectada foi a África
Subsaariana, onde viviam cerca de 2/3 dos doentes com Sida no mundo, e cerca de
12 milhões de crianças perderam os seus país devido a esta epidemia.
Número
de adultos infectados com Sida : 38 Milhões
em todo o mundo !
América
do norte - 520.000 a 1,6 milhões de pessoas
Caraíbas
- 270.000 a 760.000 pessoas
América
do Sul - 1,2 a 2,1 milhões de pessoas
África
subsariana - 23,1 a 27,9 milhões de pessoas
Norte
de África e Médio Oriente - 200.000 a 1,4 milhões de pessoas
Europa
Oriental e Ásia Central - 860.000 a 1,9 milhões de pessoas
Ásia
Oriental e Pacífico - 450.000 a 1,5 milhões de pessoas
Ásia
Meridional - 4,1 a 9,6 milhões de pessoas
Austrália
e Nova Zelândia - 21.000 a 46.000 pessoas
.Fonte: ONUSIDA, 2004 |