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Jornal da Praceta

Informação sobre a freguesia de Alvalade


 

 

Câmara Municipal de Lisboa

 

    

 Monos na Via Pública

Quiosque abandonando junto ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil. Foto: 2/12/2019

A maioria dos quiosques que a Câmara Municipal de Lisboa tem espalhados pela cidade prestam um importante serviço, nomeadamente na venda de publicações. No entanto, muitos outros são monos abandonados na via pública, cuja única função é servirem de suporte publicitário. Dois deste monos podem ser encontrados na Avenida do Brasil.

Quiosque abandonado no (trágico) cruzamento entre a Av. do Brasil e a Av. de Roma

Mais um abandonado na Av. dos EUA

Edifício Central da Câmara Municipal de Lisboa em Alvalade

Entrada. Foto: Nov. 2019

Instalações Camarárias ao Abandono

O património confiado à CML está a saque. As antigas instalações dos serviços viários, junto ao jardim da Rua José Lins do Rego e à Escola Básica de Santo António, foram à largos anos abandonadas. Funcionários camarários continuam, todavia, continuaram a usá-las para lavarem viaturas particulares, patuscadas e diversos encontros...A explicação da CML para as manter é que nas mesmas se guardam os moldes para o empedrado artístico dos passeios de Lisboa...

Lixo, ervas e ratazanas estão a tomar conta das instalações camarárias. Foto: 30 de Outubro de 2015

 

Um grupo de moradores indignados com a situação iniciaram contactos com a CML, tendo em vista a utilização deste espaço para uma finalidade comunitária, mas os senhores da Câmara preferem manter o local ao abandono..

Depois de publicarmos esta notícia, os funcionários camarários voltaram a aparecer nestas instalações, mas não tardaram a desaparecer (Junho de 2013).

 

Na Assembleia Municipal de Lisboa...

 

A situação das instalações camararias na Rua José Lins do Rêgo tem sido por diversas vezes discutida na Assembleia Municipal de Lisboa, e voltou a ser debatida no dia 8 de Novembro de 2016, numa iniciativa do PEV- Partido Ecologista Os Verdes (consultar ).

Pouco depois desta iniciativa do PEV, funcionários camarários apareceram no local, mas como era de esperar foi apenas para lavarem as suas viaturas particulares... 

 

Presidentes de Câmara

Fernando Medina (2015- ? )

António Costa (2007-2015)

Carmona Rodrigues (2005-2007)

Santana Lopes (2002-2005)

João Soares (1995-2001)

Presidentes e Vereadores desde 1974

Consultar

Alguns serviram Lisboa, outros serviram-se a si mesmos

 

Empresas Municipais

Um buraco sem fundo 

Imagens da CML

Razões para o profundo desconforto com a gestão da cidade

Arquivo

A Morte Lenta (Anunciada) de Lisboa ?

Lisboa está a morrer lentamente. Por toda a cidade assiste-se a um movimento imparável de desertificação de ruas e bairros, pontuados de prédios degradados ou a caírem aos bocados, a que agora se juntou o "Alojamento Local". Um novo conceito está agora em voga para descrever este espetáculo deprimente: "Lisboa capital dos vazios" ou da "capital da estética da ruína". 

Em resultado de sucessivas políticas criminosas a população de Lisboa não pára de diminuir:

  1981- 807.937 habitantes;

1991- 663.394; 2001- 564.657.

 2011 - 547.631  (dados do INE)

 Todos os anos a cidade perdeu em média 8.676 habitantes ! Em 30 anos cerca de 33% foram expulsos para a periferia.

Os ilustres recordistas das expulsão dos habitantes de Lisboa:  Kruz Abecassis (PSD/CDS/PPM) - expulsou 94.328 habitantes;  Jorge Sampaio (PS/PCP, 1989-1995) - expulsou 58.955 habitantes; João Soares (PS/PCP,1995-2001) - expulsou 70.746 habitantes; Santana Lopes / Carmona Rodrigues (PSD/CDS/PPM, 2002-2007) e António Costa (PS, 2007-2015), graças à política de construção de bairros sociais dos anos 90 "apenas conseguiram" expulsar umas quantas dezenas de milhares de habitantes...

A forma encontrada pelos dirigentes camarários para contrariar o declínio do número de habitantes da cidade, como é sabido, tem sido construir bairros  sociais, nos quais vive presentemente um terço da população de Lisboa.

Rádio

. Passeios 

. Lisboa Bairrista  

(Podcast, audio mp3)

 

Impressões

   
 

 

Entrada

História local
 
 

José António Cerejo, jornalista do Publico.

 

Este homem merece uma estátua pela contribuição que  tem dado, ao longo dos anos, para a limpeza de Lisboa..